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Repelentes para grávidas ainda não foram distribuídos na Bahia
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| A medida foi anunciada pela pasta em janeiro de 2016. |
A menos de três semanas para o fim do verão, os municípios baianos ainda não receberam os repelentes que seriam distribuídos pelo Ministério da Saúde para beneficiários do programa Bolsa Família. A medida foi anunciada pela pasta em janeiro de 2016, e em dezembro do mesmo ano, o ministério reafirmou a distribuição, que ainda não ocorreu na Bahia. Dezenove estados já receberam o produto. Para a Bahia, estão previstos 210 mil frascos de repelente. A Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) informou que não conseguiu receber o lote durante o carnaval porque não tinha local suficiente para guardar a carga. Conforme a secretaria, os repelentes deves começar a ser entregues a partir do dia 15 de março no estado. O risco da proliferação do aedes aegypti aumenta no verão, quando o calor e as chuvas favorecem o desenvolvimento do mosquito. Só este ano, a Sesab registrou 259 casos de dengue no estado, com quatro mortes, e quase 600 casos de chikungunya, com duas mortes. Outras 12 pessoas foram diagnosticadas com zika. Além disso, a Bahia está entre os primeiros da lista no número de casos de microcefalia do Brasil, malformações em bebês causadas pela zika. Até dezembro do ano passado, 433 bebês foram diagnosticados com o problema no estado. *Do G1
Governo antecipa campanha nacional de vacinação contra gripe neste ano
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| No ano passado, a campanha foi iniciada em 30 de abril. |
Após registrar, em 2016, um aumento de casos de gripe antes do período esperado, o Ministério da Saúde iniciará a campanha nacional de vacinação contra a gripe mais cedo neste ano. Segundo o ministro Ricardo Barros, a data de início da campanha está marcada para 10 de abril, para profissionais de saúde, e 17 de abril, para o público-alvo, como idosos. No ano passado, a campanha foi iniciada em 30 de abril. Apesar da data, a expectativa é que a campanha inicie ainda mais cedo em alguns Estados, conforme a distribuição das vacinas a esses locais. A ideia é tentar evitar um novo aumento de casos fora do período esperado, e sem que a população esteja protegida. "Haverá distribuição antecipada e os Estados que desejarem poderão iniciar mais cedo, especialmente no Sul, onde há essa demanda em função das baixas temperaturas", afirmou Barros nesta sexta-feira (3). Além da data antecipada, neste ano, a campanha terá mudanças no público-alvo, com oferta da vacina também para professores do ensino básico e superior das escolas públicas e privadas. O restante do público-alvo é composto por pessoas com 60 anos ou mais, crianças de seis meses a menores de cinco anos, gestantes, puérperas, povos indígenas, portadores de doenças crônicas, adolescentes de 12 a 21 anos que cumprem medidas socioeducativas, presos e funcionários do sistema prisional. Em geral, a vacina protege contra três tipos de vírus da gripe, definidos a cada ano pela OMS (Organização Mundial de Saúde) de acordo com o cenário epidemiológico. Entre eles, está o H1N1, cujos casos tiveram aumento em 2016. Segundo o Ministério, a campanha deste ano deve seguir até 19 de maio. O dia D, conhecido pela mobilização nacional, está previsto para 6 de maio. *Folha
Número de casos suspeitos de febre amarela na Bahia sobe para 16

Subiu para 16 o número de casos suspeitos de febre amarela na Bahia em 2017, segundo boletim divulgado nesta quinta-feira (2) pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab). Os casos foram registrados, até o dia 14 de fevereiro, em oito municípios: Feira de Santana (1 caso), Itiúba (1) Coribe (4), Teixeira de Freitas (3), Itamaraju (2), Mucuri (1), Nova Viçosa (1) e Ilhéus (1). Outros dois casos suspeitos, segundo a Sesab, é de um morador do estado de Alagoas que pode ter contraído a doença durante passagem pela da Chapada Diamantina. Segundo o órgão, o morador visitou várias cidades da região e não é possível dizer em qual delas teria supostamente contraído a doença. O caso ainda não foi confirmado e está sob investigação. Do número total de casos suspeitos, sete foram descartados laboratorialmente (4 em Coribe, 1 em Mucuri e 2 de Teixeira de Freitas). O restante permanece em investigação. Em janeiro, a Sesab recomendou vacinação contra febre amarela em 45 cidades baianas, após o surto febre amarela em Minas Gerais, estado que faz divisa com a o estado. [Confira AQUI a lista de municípios]. A Sesab destaca que a recomendação não é uma campanha de imunização, por isso não foram informadas data de início ou limite para que as pessoas possam se vacinar. De acordo com o órgão, as doses já estão disponíveis nos municípios e a vacinação faz parte do calendário da secretaria. *G1
Teste fácil registra 21 casos de HIV positivo no Carnaval
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| Testes são realizados pelo projeto 'Fique Sabendo'. |
O projeto 'Fique Sabendo' já registrou 21 casos de HIV positivo no Carnaval de Salvador. O serviço gratuito de teste fácil foi utilizado por 825 pessoas, que se submeteram a 3,3 mil testes, detectando 98 reagentes para sífilis, oito para hepatite B e três para hepatite C. A novidade é que os homens lideram a procuram por exames neste ano. Dos 825 usuários, 525 foram do sexo masculino, quase o dobro do número de mulheres. Os reagentes para sífilis já iniciam o tratamento no circuito. No entanto, os usuários com sorologia positiva para outras DSTs são encaminhados para outras unidades de referência na capital baiana para tratamento gratuito integral. Os serviços são oferecidos ao público nas unidades no Multicentro Carlos Gomes, no Circuito Osmar, das 10h às 21h, e num módulo montado na Rua Dias D'Vila, próximo ao Farol da Barra, no circuito Dodô, das 10h às 22h.A
Teste fácil registra 21 casos de HIV positivo no Carnaval
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| Testes são realizados pelo projeto 'Fique Sabendo'. |
O projeto 'Fique Sabendo' já registrou 21 casos de HIV positivo no Carnaval de Salvador. O serviço gratuito de teste fácil foi utilizado por 825 pessoas, que se submeteram a 3,3 mil testes, detectando 98 reagentes para sífilis, oito para hepatite B e três para hepatite C. A novidade é que os homens lideram a procuram por exames neste ano. Dos 825 usuários, 525 foram do sexo masculino, quase o dobro do número de mulheres. Os reagentes para sífilis já iniciam o tratamento no circuito. No entanto, os usuários com sorologia positiva para outras DSTs são encaminhados para outras unidades de referência na capital baiana para tratamento gratuito integral. Os serviços são oferecidos ao público nas unidades no Multicentro Carlos Gomes, no Circuito Osmar, das 10h às 21h, e num módulo montado na Rua Dias D'Vila, próximo ao Farol da Barra, no circuito Dodô, das 10h às 22h.A
Farmácias Populares próprias podem acabar
O programa símbolo do governo do PT na área de saúde, o Farmácia Popular, deve ser alterado. O governo estuda extinguir as unidades próprias, mantidas com recursos do Ministério da Saúde em parceria com Estados e municípios para manter apenas a rede de farmácias particulares credenciadas. Para justificar a mudança, o governo alega que o modelo de unidades próprias é dispendioso e pouco eficaz. Desde o lançamento do programa, em 2004, esse formato nunca decolou da forma esperada.
O número de unidades para dispensação de medicamentos é reduzido e os custos, considerados altos. Atualmente, são mantidas 423 unidades próprias de farmácias, distribuídas em 24 municípios. Para manter o sistema, foi desembolsado no ano passado R$ 90 milhões. Boa parte dos recursos, no entanto, foi drenada com a manutenção do sistema. Apenas R$ 12 milhões envolveram efetivamente a compra de remédios, realizada e coordenada pela Fundação Oswaldo Cruz.
Em alguns Estados, o modelo já foi colocado em desuso. Na Bahia, por exemplo, o Farmácia Popular funciona apenas com as unidades de farmácias particulares, credenciadas no programa. Somente este ano, mais cinco unidades foram fechadas, a pedido dos municípios. A discussão para o fim das unidades próprias começou a ser feita há alguns meses. A decisão, no entanto, ainda não foi tomada porque não há ainda o aval dos secretários municipais de saúde. A dúvida está sobre o que será feito com a demanda atualmente existente. Parte dos secretários municipais defende a migração pura e simples para as farmácias credenciadas - algo que jáé feito informalmente nas cidades que aos poucos fecham suas unidades próprias. O problema, no entanto, está no alcance do atendimento.
Nas unidades próprias, pacientes pagam o equivalente a 10% do valor do medicamento. A cesta de produtos contém 112 medicamentos para tratar hipertensão, diabetes, úlcera gástrica, depressão, asma, infecções e verminoses, enxaqueca, queimaduras e inflamações, por exemplo, além dos anticoncepcionais. A única condição necessária é apresentar a receita médica ou odontológica. A unidade conta também com uma rede de profissionais farmacêuticos. No Aqui Tem Farmácia Popular, a cesta de remédios atendida para o programa é mais restrita: são 25 medicamentos, dos quais 14 são gratuitos.
Uma das alternativas estudadas é garantir que recursos sejam destinados para a dispensação dos remédios nas unidades básicas de saúde, de forma gratuita, apenas para pacientes que apresentam receitas preparadas por profissionais médicos ligados ao SUS. Isso também traria uma redução do atendimento. Outra proposta é ampliar a oferta de remédios dispensados no Aqui Tem Farmácia Popular, atualmente presente em 80% dos municípios. De acordo com o Ministério da Saúde, o orçamento total do programa (rede própria e credenciadas) em 2016 foi de R$ 3 bilhões. Uma reunião estava prevista para ser realizada nesta quinta. No entanto, diante da falta de consenso, a discussão será retomada no próximo mês.
Farmácias Populares próprias podem acabar
O programa símbolo do governo do PT na área de saúde, o Farmácia Popular, deve ser alterado. O governo estuda extinguir as unidades próprias, mantidas com recursos do Ministério da Saúde em parceria com Estados e municípios para manter apenas a rede de farmácias particulares credenciadas. Para justificar a mudança, o governo alega que o modelo de unidades próprias é dispendioso e pouco eficaz. Desde o lançamento do programa, em 2004, esse formato nunca decolou da forma esperada.
O número de unidades para dispensação de medicamentos é reduzido e os custos, considerados altos. Atualmente, são mantidas 423 unidades próprias de farmácias, distribuídas em 24 municípios. Para manter o sistema, foi desembolsado no ano passado R$ 90 milhões. Boa parte dos recursos, no entanto, foi drenada com a manutenção do sistema. Apenas R$ 12 milhões envolveram efetivamente a compra de remédios, realizada e coordenada pela Fundação Oswaldo Cruz.
Em alguns Estados, o modelo já foi colocado em desuso. Na Bahia, por exemplo, o Farmácia Popular funciona apenas com as unidades de farmácias particulares, credenciadas no programa. Somente este ano, mais cinco unidades foram fechadas, a pedido dos municípios. A discussão para o fim das unidades próprias começou a ser feita há alguns meses. A decisão, no entanto, ainda não foi tomada porque não há ainda o aval dos secretários municipais de saúde. A dúvida está sobre o que será feito com a demanda atualmente existente. Parte dos secretários municipais defende a migração pura e simples para as farmácias credenciadas - algo que jáé feito informalmente nas cidades que aos poucos fecham suas unidades próprias. O problema, no entanto, está no alcance do atendimento.
Nas unidades próprias, pacientes pagam o equivalente a 10% do valor do medicamento. A cesta de produtos contém 112 medicamentos para tratar hipertensão, diabetes, úlcera gástrica, depressão, asma, infecções e verminoses, enxaqueca, queimaduras e inflamações, por exemplo, além dos anticoncepcionais. A única condição necessária é apresentar a receita médica ou odontológica. A unidade conta também com uma rede de profissionais farmacêuticos. No Aqui Tem Farmácia Popular, a cesta de remédios atendida para o programa é mais restrita: são 25 medicamentos, dos quais 14 são gratuitos.
Uma das alternativas estudadas é garantir que recursos sejam destinados para a dispensação dos remédios nas unidades básicas de saúde, de forma gratuita, apenas para pacientes que apresentam receitas preparadas por profissionais médicos ligados ao SUS. Isso também traria uma redução do atendimento. Outra proposta é ampliar a oferta de remédios dispensados no Aqui Tem Farmácia Popular, atualmente presente em 80% dos municípios. De acordo com o Ministério da Saúde, o orçamento total do programa (rede própria e credenciadas) em 2016 foi de R$ 3 bilhões. Uma reunião estava prevista para ser realizada nesta quinta. No entanto, diante da falta de consenso, a discussão será retomada no próximo mês.
JEQUIÉ: Hospital Geral Prado Valadares passa a disponibilizar 24 mamografias por dia
O Hospital Geral Prado Valadares (HGPV) vem disponibilizando 24 mamografias por dia para atender a população de Jequié e região. O exame é de fundamental importância e pode salvar vidas. O diagnóstico precoce do câncer mais frequente em mulheres, o de mama, permite tratamentos cada vez mais conservadores e eficientes. Além disso, realiza também ultrasson de mama. O Hospital informa que entre os 35 e 40 anos deverá ser feita a primeira mamografia que servirá de base para avaliar as condições da mama e possibilitar exames comparativos futuros. Dos 40 aos 50 anos, a frequência da mamografia deverá ser determinada pelo médico, de acordo com a inclusão da paciente no grupo de risco e/ou com as características da mama. Após os 50 anos, todas as mulheres devem se submeter ao exame de mamografia anualmente. A paciente que já tem a requisição para tal exame deve procurar a Secretaria de Saúde de Jequié ou uma unidade de saúde mais próxima de sua residência para o agendamento da mamografia.
Medicamento de alto custo é disponibilizado gratuitamente no Martagão Gesteira

Utilizado na prevenção de infecção respiratória grave, causada pelo vírus Sincicial, mais comuns em bebês com nascimento prematuro, o Hospital Martagão Gesteira passa a oferecer através do SUS, em parceria com o Governo do Estado, o Palivizumabe, medicamento de alto custo.
A infecção costuma tingir também, crianças com até 2 anos com doença pulmonar crônica da prematuridade ou doença cardíaca congênita com repercussão hemodinâmica.
Para ter acesso gratuitamente à medicação, é necessário ter a solicitação do médico através de um formulário especifico, junto com documentos de identificação da criança e responsável, cartão do SUS e termo de responsabilidade.
O agendamento no Martagão Gesteira funciona às segundas-feiras, na farmácia da oncologia do Martagão, onde o farmacêutico responsável analisa a solicitação e os documentos da família e autoriza o agendamento. Já a administração do medicamento é feita às quintas-feiras, de 8h às 12h, no ambulatório do hospital. Serão beneficiadas com a medicação 10 crianças por semana.
*Sobre o Palivizumabe*
O palivizumabe (medicamento) é uma imuniglobulina que apresenta atividade neutralizante e inibitória contra o vírus VSR. A recomendação é que a primeira dose seja administrada antes do período sazonal do vírus (que é variável no Brasil, porém, no Nordeste, vai de março a julho), ou seja, em fevereiro.
O intervalo de administração de doses é de 30 em 30 dias durante o período sazonal. Já a quantidade de doses por criança varia de acordo com o mês que ela tomar a primeira dose. O fornecimento da medicação vai até o dia 30 de julho.
Recomendações
Recomenda-se que a criança esteja estável sem doenças infecto-contagiosas para receber a medicação. Após cada administração, ela fica em observação por até 30 minutos para descartar riscos de alergia. As recomendações pós administração são as mesmas pós vacinação: observar surgimento de alergias, febre e reações locais.
JEQUIÉ: Hospital Geral Prado Valadares passa a disponibilizar 24 mamografias por dia
O Hospital Geral Prado Valadares (HGPV) vem disponibilizando 24 mamografias por dia para atender a população de Jequié e região. O exame é de fundamental importância e pode salvar vidas. O diagnóstico precoce do câncer mais frequente em mulheres, o de mama, permite tratamentos cada vez mais conservadores e eficientes. Além disso, realiza também ultrasson de mama. O Hospital informa que entre os 35 e 40 anos deverá ser feita a primeira mamografia que servirá de base para avaliar as condições da mama e possibilitar exames comparativos futuros. Dos 40 aos 50 anos, a frequência da mamografia deverá ser determinada pelo médico, de acordo com a inclusão da paciente no grupo de risco e/ou com as características da mama. Após os 50 anos, todas as mulheres devem se submeter ao exame de mamografia anualmente. A paciente que já tem a requisição para tal exame deve procurar a Secretaria de Saúde de Jequié ou uma unidade de saúde mais próxima de sua residência para o agendamento da mamografia.
Medicamento de alto custo é disponibilizado gratuitamente no Martagão Gesteira

Utilizado na prevenção de infecção respiratória grave, causada pelo vírus Sincicial, mais comuns em bebês com nascimento prematuro, o Hospital Martagão Gesteira passa a oferecer através do SUS, em parceria com o Governo do Estado, o Palivizumabe, medicamento de alto custo.
A infecção costuma tingir também, crianças com até 2 anos com doença pulmonar crônica da prematuridade ou doença cardíaca congênita com repercussão hemodinâmica.
Para ter acesso gratuitamente à medicação, é necessário ter a solicitação do médico através de um formulário especifico, junto com documentos de identificação da criança e responsável, cartão do SUS e termo de responsabilidade.
O agendamento no Martagão Gesteira funciona às segundas-feiras, na farmácia da oncologia do Martagão, onde o farmacêutico responsável analisa a solicitação e os documentos da família e autoriza o agendamento. Já a administração do medicamento é feita às quintas-feiras, de 8h às 12h, no ambulatório do hospital. Serão beneficiadas com a medicação 10 crianças por semana.
*Sobre o Palivizumabe*
O palivizumabe (medicamento) é uma imuniglobulina que apresenta atividade neutralizante e inibitória contra o vírus VSR. A recomendação é que a primeira dose seja administrada antes do período sazonal do vírus (que é variável no Brasil, porém, no Nordeste, vai de março a julho), ou seja, em fevereiro.
O intervalo de administração de doses é de 30 em 30 dias durante o período sazonal. Já a quantidade de doses por criança varia de acordo com o mês que ela tomar a primeira dose. O fornecimento da medicação vai até o dia 30 de julho.
Recomendações
Recomenda-se que a criança esteja estável sem doenças infecto-contagiosas para receber a medicação. Após cada administração, ela fica em observação por até 30 minutos para descartar riscos de alergia. As recomendações pós administração são as mesmas pós vacinação: observar surgimento de alergias, febre e reações locais.
Com dívida de R$ 32 milhões, hospital de Base de Itabuna decreta emergência
O Hospital de Base de Itabuna, no sul da Bahia, passa por uma grave crise financeira e declarou situação de emergência na segunda-feira (6). O decreto foi publicado no Diário Oficial do Município. O documento foi elaborado pela Fundação de Saúde de Itabuna. Hoje o hospital tem uma dívida de cerca de R$ 32 milhões. O prejuízo foi acumulado ao longo dos anos.
Em 2008, o débito anual foi R$ 191.636,05. Em 2016, o débito anual passou para R$ 4 milhões.Para enxugar a folha de pagamento, cerca de 200 funcionários foram demitidos do hospital em janeiro deste ano. A unidade reduziu a quantidade de funcionários de 750 funcionários para 550. O pronto socorro do hospital costuma ficar lotado, com média de 150 atendimentos por dia e cerca de 5 mil por mês.
A unidade atende 139 municípios. Com a crise, o medo da população é que falte atendimento. De acordo com o presidente interino do hospital, que assumiu a cargo há seis dias, José Orleans do Nascimento, o problema é que os fornecedores estavam há mais de 90 dias sem receber pagamento. Há pelo menos nove anos, as despesas do hospital são maiores que a receita.
No entanto, o presidente garante que essas ações não afetaram o atendimento e que as equipes estão completas. “Os serviços não foram suspensos. O hospital foi encontrado sem medicamento, mas com a medida de emergência, ninguém morreu por falta de atendimento e medicamento”, afirma.
INFOSAJ
Com dívida de R$ 32 milhões, hospital de Base de Itabuna decreta emergência
O Hospital de Base de Itabuna, no sul da Bahia, passa por uma grave crise financeira e declarou situação de emergência na segunda-feira (6). O decreto foi publicado no Diário Oficial do Município. O documento foi elaborado pela Fundação de Saúde de Itabuna. Hoje o hospital tem uma dívida de cerca de R$ 32 milhões. O prejuízo foi acumulado ao longo dos anos.
Em 2008, o débito anual foi R$ 191.636,05. Em 2016, o débito anual passou para R$ 4 milhões.Para enxugar a folha de pagamento, cerca de 200 funcionários foram demitidos do hospital em janeiro deste ano. A unidade reduziu a quantidade de funcionários de 750 funcionários para 550. O pronto socorro do hospital costuma ficar lotado, com média de 150 atendimentos por dia e cerca de 5 mil por mês.
A unidade atende 139 municípios. Com a crise, o medo da população é que falte atendimento. De acordo com o presidente interino do hospital, que assumiu a cargo há seis dias, José Orleans do Nascimento, o problema é que os fornecedores estavam há mais de 90 dias sem receber pagamento. Há pelo menos nove anos, as despesas do hospital são maiores que a receita.
No entanto, o presidente garante que essas ações não afetaram o atendimento e que as equipes estão completas. “Os serviços não foram suspensos. O hospital foi encontrado sem medicamento, mas com a medida de emergência, ninguém morreu por falta de atendimento e medicamento”, afirma.
INFOSAJ
Bahia já pode produzir e distribuir testes-rápidos de diagnóstico da dengue
A Bahiafarma é o primeiro laboratório público do país a poder produzir e comercializar testes-rápidos de diagnóstico da dengue, zika vírus e febre chikungunya, transmitidas pelo mosquito aedes aegypti. A licença para a produção e distribuição dos dispositivos que detectam a dengue - a única que faltava - foi concedida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e publicada no Diário Oficial da União da última segunda-feira (6). Embora ainda não tenha iniciado a produção do dispositivo, a Bahiafarma tem capacidade de produzir cerca de 500 mil testes-rápidos ao mês. Eles podem acabar com as dúvidas do cidadão em relação ao próprio quadro de saúde e, consequentemente, possibilitar tratamento imediato para quem tiver constatada a infecção pela doença. Somente em 2016, 65.831 casos prováveis de dengue foram notificados na Bahia, representando uma incidência de 433 casos a cada 100 mil habitantes
Bahia já pode produzir e distribuir testes-rápidos de diagnóstico da dengue
A Bahiafarma é o primeiro laboratório público do país a poder produzir e comercializar testes-rápidos de diagnóstico da dengue, zika vírus e febre chikungunya, transmitidas pelo mosquito aedes aegypti. A licença para a produção e distribuição dos dispositivos que detectam a dengue - a única que faltava - foi concedida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e publicada no Diário Oficial da União da última segunda-feira (6). Embora ainda não tenha iniciado a produção do dispositivo, a Bahiafarma tem capacidade de produzir cerca de 500 mil testes-rápidos ao mês. Eles podem acabar com as dúvidas do cidadão em relação ao próprio quadro de saúde e, consequentemente, possibilitar tratamento imediato para quem tiver constatada a infecção pela doença. Somente em 2016, 65.831 casos prováveis de dengue foram notificados na Bahia, representando uma incidência de 433 casos a cada 100 mil habitantes
Bahifarma obtém registro para produção de testes rápidos de dengue
O laboratório público baiano Bahiafarma foi autorizado a produzir testes rápidos para dengue. O registro foi publicado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária no Diário Oficial da União desta última segunda-feira (6). Com a autorização, a Bahiafarma passa a ser o primeiro laboratório público brasileiro a poder fabricar dispositivos de diagnóstico rápido para a doença.
O laboratório agora é e um dos únicos do mundo a ter registros em instituições reconhecidas para produção de testes rápidos das três arboviroses mais comuns: dengue, zika e chikungunya. Os registros obtidos pela Bahiafarma são referentes a dois tipos de testes rápidos para diagnóstico da dengue: um que detecta anticorpos produzidos por organismos infectados, o Dengue IgG/IgM, e um que reage com o antígeno NS1, o Dengue NS1.
Desenvolvidos em parceria com o laboratório sul-coreano GenBody, ambos os dispositivos funcionam com uma pequena quantidade, tanto de sangue quanto de soro ou plasma sanguíneo, e fornecem os resultados em até 20 minutos. "O Brasil está há três décadas enfrentando surtos de Dengue sem que houvesse uma forma de diagnóstico rápida e economicamente viável para o poder público, que possibilitasse o acompanhamento correto dos pacientes", afirmou o diretor-presidente da Bahiafarma, Ronaldo Dias.
"Em pouco mais de dois anos de pesquisa e desenvolvimento, conseguimos não só eliminar esse gargalo, como também prover o País com testes rápidos para as outras viroses mais conhecidas, a zika e a febre chikungunya", completou.
Laboratório da Bahiafarma obtém registro para produção de testes rápidos de dengue
| Foto: Reprodução |
O laboratório público baiano Bahiafarma foi autorizado a produzir testes rápidos para dengue. O registro foi publicado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária no Diário Oficial da União desta última segunda-feira (6). Com a autorização, a Bahiafarma passa a ser o primeiro laboratório público brasileiro a poder fabricar dispositivos de diagnóstico rápido para a doença.
O laboratório agora é e um dos únicos do mundo a ter registros em instituições reconhecidas para produção de testes rápidos das três arboviroses mais comuns: dengue, zika e chikungunya. Os registros obtidos pela Bahiafarma são referentes a dois tipos de testes rápidos para diagnóstico da dengue: um que detecta anticorpos produzidos por organismos infectados, o Dengue IgG/IgM, e um que reage com o antígeno NS1, o Dengue NS1.
Desenvolvidos em parceria com o laboratório sul-coreano GenBody, ambos os dispositivos funcionam com uma pequena quantidade, tanto de sangue quanto de soro ou plasma sanguíneo, e fornecem os resultados em até 20 minutos. "O Brasil está há três décadas enfrentando surtos de Dengue sem que houvesse uma forma de diagnóstico rápida e economicamente viável para o poder público, que possibilitasse o acompanhamento correto dos pacientes", afirmou o diretor-presidente da Bahiafarma, Ronaldo Dias.
"Em pouco mais de dois anos de pesquisa e desenvolvimento, conseguimos não só eliminar esse gargalo, como também prover o País com testes rápidos para as outras viroses mais conhecidas, a zika e a febre chikungunya", completou.
Em dois anos, mais de 20 mil pessoas morreram por câncer na Bahia
A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou, na sexta-feira (3), um levantamento que aponta para o aumento de 31% de mortes por câncer no Brasil, nos últimos 15 anos. Segundo a organização, em 2015, a taxa chegou a 223,4 mil pessoas por ano. Na Bahia, segundo a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), foram 10.803 mortes em 2014 e no ano seguinte, em 2015, 10.749 óbitos por câncer, segundo dados preliminares.
No topo da lista, segundo os dados oferecidos pela Sesab, estão o câncer de próstata, seguido do de traqueia, brônquios e pulmões e em terceiro lugar aparece o câncer de mama. Segundo Renata Cangussu, oncologista do Núcleo de Oncologia da Bahia (NOB), “normalmente o câncer de próstata costuma ser menos letal do que o de mama por ser uma doença menos agressiva”. Contudo, o levantamento aponta uma diferença de aproximadamente 25% entre os dois sexos, com os homens sendo as maiores vítimas. O motivo pode ser a negligência na hora de procurar um médico. “Em geral, as mulheres fazem os exames com mais regularidade e os homens acabam procurando menos o médico”, diz.
Quando se trata do câncer de traqueia, brônquios e pulmões, o principal vilão continua sendo o tabagismo. Na Bahia, cerca de 2 mil pessoas morreram entre 2014 e 2015 vítimas dessa doença. “O carcinoma escamocelular é o tipo de câncer mais associado ao tabagismo. Pode-se dizer que o cigarro é o responsável em 80% dos casos”, afirma Cangussu. Entre os sintomas iniciais, geralmente, estão a tosse, a falta de ar e a perda de peso. Porém, tudo depende da localização, do tipo e do estágio do tumor, sendo necessário um médico para dar o diagnóstico correto.
Expansão
Em 2015, 8,8 milhões de pessoas morreram por conta do câncer, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No início do século XXI, o total não passava de 6,9 milhões. O aumento de 22% no número de mortes é um dos maiores já registrados pela medicina moderna, de acordo com a organização.
A projeção indica que em 2030 o câncer terá atingido 21 milhões de pessoas em todo o mundo. US$ 1,1 trilhão é a soma do custo da doença, levando em consideração a produtividade perdida e os custos com seguros de saúde. Além disso, a cada seis mortes, uma é causada por câncer. “Trata-se do segundo maior motivo de mortes do mundo, depois de doenças cardiovasculares”, disse Etienne Krug, diretor da OMS.
Vacina contra zika apresenta eficácia com apenas uma dose
Com a aplicação de uma só dose, uma nova candidata a vacina contra o vírus da zika foi capaz de tornar camundongos e macacos imunes à infecção em testes pré-clínicos, de acordo com um novo estudo publicado ontem na revista Nature. A vacina foi desenvolvida por um grupo liderado por cientistas da Universidade da Pensilvânia (EUA). Em vez de utilizar o vírus vivo, os cientistas empregaram partes do código genético do zika que comandam a produção de proteínas importantes para que ele seja capaz de infectar as células dos animais. Com uma só dose, a vacina induziu os organismos dos animais a produzir uma rápida resposta imune. Duas semanas depois, os cientistas injetaram o vírus nos camundongos, que se mostraram 100% protegidos.
SUS passa a oferecer cirurgia bariátrica por videolaparoscopia
O Sistema Único de Saúde (SUS) passará a oferecer cirurgia bariátrica por videolaparoscopia, técnica menos invasiva em comparação à cirurgia aberta. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (1º). Na cirurgia aberta, o médico faz um corte de 10 a 20 cm no abdômen do paciente. Já na videolaparoscopia, são feitas de quatro a sete mini-incisões de 0,5 a 1,2 cm cada uma, por onde passam as cânulas e a câmera de vídeo. A taxa de mortalidade média da cirurgia videolaparoscópica é menor do que a da cirurgia aberta, segundo informações da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica. A recomendação da inclusão do procedimento tinha sido feita pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) em relatório de novembro de 2016. "A evidência atualmente disponível sobre eficácia e segurança do procedimento de gastroplastia com derivação intestinal em Y-de-Roux por laparoscopia para tratamento da obesidade grave e mórbida é baseada em revisões sistemáticas, estudos clínicos controlados e estudos observacionais", afirma o relatório. O documento também observa que o aumento da escala de compras dos materiais usados na cirurgia bariátrica laparoscópica deve fazer com que o preço desses equipamentos diminua no Brasil. G1
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