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Conselho de Ética aprova parecer para cassação de Cunha com 11 votos favoráveis

Conselho de Ética aprova parecer para cassação de Cunha com 11 votos favoráveis

O relatório favorável à cassação do mandato do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi aprovado no âmbito do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados com 11 votos. Considerada favorável inicialmente ao arquivamento do processo, pelos flertes frequentes como aliada de Cunha, a deputada baiana Tia Eron (PRB) votou com o parecer do relator Marcos Rogério (DEM-RO). A decisão final será do plenário da Câmara para uma definição sobre a permanência do mandato do presidente afastado da Câmara dos Deputados. Votaram favoráveis ao deputado Eduardo Cunha: Alberto Filho (PMDB-MA), André Fufuca (PP-MA), Mauro Lopes (PMDB-MG), Nelson Meurer (PP-PR), Sérgio Moraes (PTB-RS), Washington Reis (PMDB-RJ), João Carlos Bacelar (PR-BA), Laerte Bessa (PR-DF) e Wellington (PR-PB). Além de Tia Eron, os Paulo Azi (DEM-BA), Wladimir Costa (SD-PA), Leo de Brito (PT-AC), Valmir Prascidelli (PT-SP), Zé Geraldo (PT-PA), Betinho Gomes (PSDB-PE), Júlio Delgado (PSB-MG), Nelson Marchezan (PSDB-RS) e Sandro Alex (PSD-PR) votaram com o relator.

Conselho de Ética aprova parecer para cassação de Cunha com 11 votos favoráveis

Conselho de Ética aprova parecer para cassação de Cunha com 11 votos favoráveis

O relatório favorável à cassação do mandato do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi aprovado no âmbito do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados com 11 votos. Considerada favorável inicialmente ao arquivamento do processo, pelos flertes frequentes como aliada de Cunha, a deputada baiana Tia Eron (PRB) votou com o parecer do relator Marcos Rogério (DEM-RO). A decisão final será do plenário da Câmara para uma definição sobre a permanência do mandato do presidente afastado da Câmara dos Deputados. Votaram favoráveis ao deputado Eduardo Cunha: Alberto Filho (PMDB-MA), André Fufuca (PP-MA), Mauro Lopes (PMDB-MG), Nelson Meurer (PP-PR), Sérgio Moraes (PTB-RS), Washington Reis (PMDB-RJ), João Carlos Bacelar (PR-BA), Laerte Bessa (PR-DF) e Wellington (PR-PB). Além de Tia Eron, os Paulo Azi (DEM-BA), Wladimir Costa (SD-PA), Leo de Brito (PT-AC), Valmir Prascidelli (PT-SP), Zé Geraldo (PT-PA), Betinho Gomes (PSDB-PE), Júlio Delgado (PSB-MG), Nelson Marchezan (PSDB-RS) e Sandro Alex (PSD-PR) votaram com o relator.

Governo anuncia corte de 4,3 mil cargos comissionados e funções


O governo cortará 4.307 cargos comissionados e funções, anunciou há pouco o ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira. Além disso, 10.462 cargos de Direção e Assessoramento Superiores (DAS), de livre provimento, em funções comissionadas, exclusivas de servidores concursados.

O decreto com a medida será publicado ainda hoje (10) em edição extraordinária do Diário Oficial da União, que trará o detalhamento dos cortes e das conversões de cargos por pasta. Os ministérios e os órgãos vinculados terão 30 dias para reformularem a estrutura administrativa e suprimirem as funções e os cargos comissionados.

De acordo com Oliveira, as mudanças permitirão ao governo economizar R$ 230 milhões por ano. Ele diz que a reformulação reduzirá gastos e melhorará a gestão dos órgão públicos. “Essas medidas são voltadas à melhor organização da administração pública, redução da administração pública e reforço na profissionalização e na utilização de técnicas de gestão e de administração mais acuradas”, declarou.

Governo anuncia corte de 4,3 mil cargos comissionados e funções


O governo cortará 4.307 cargos comissionados e funções, anunciou há pouco o ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira. Além disso, 10.462 cargos de Direção e Assessoramento Superiores (DAS), de livre provimento, em funções comissionadas, exclusivas de servidores concursados.

O decreto com a medida será publicado ainda hoje (10) em edição extraordinária do Diário Oficial da União, que trará o detalhamento dos cortes e das conversões de cargos por pasta. Os ministérios e os órgãos vinculados terão 30 dias para reformularem a estrutura administrativa e suprimirem as funções e os cargos comissionados.

De acordo com Oliveira, as mudanças permitirão ao governo economizar R$ 230 milhões por ano. Ele diz que a reformulação reduzirá gastos e melhorará a gestão dos órgão públicos. “Essas medidas são voltadas à melhor organização da administração pública, redução da administração pública e reforço na profissionalização e na utilização de técnicas de gestão e de administração mais acuradas”, declarou.

CARTEL DE EMPREITEIRAS GANHOU DO GOVERNO R$662 MILHÕES EM 2016

SOMENTE A EMPREITEIRA ODEBRECHT RECEBEU R$377,5 MILHÕES EM DINHEIRO PÚBLICO FEDERAL, EM 2016.
As empreiteiras da Lava Jato, investigadas por roubar a Petrobras, continuam faturando na União. Desde janeiro e até esta segunda-feira (6), embolsaram R$662,6 milhões, de acordo com dados do Siafi, Sistema Integrado de Administração Financeira, aos quais esta coluna teve acesso. Só este ano a Odebrecht, campeã no assalto aos cofres públicos e cujo ex-presidente está preso, recebeu R$ 377,5 milhões. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder, obtida com apoio da ONG Contas Abertas.

A empreiteira Queiroz Galvão S/A, cujos executivos foram investigados por corrupção, levou do Tesouro Nacional R$133 milhões, só este ano.

A Mendes Júnior, outra empreiteira cujo ex-presidente foi preso e até condenado na Lava Jato, já faturou R$ 101 milhões somente em 2016.

Também receberam pagamentos a Galvão Engenharia (R$21 milhões), a Engevix (R$15 milhões) e a Camargo Corrêa (R$3 milhões).

A OAS, outra cujo presidente executivo foi preso e fez acordo de delação, levou do governo R$890 mil até o dia 6 de junho neste ano.

Diário do Poder.

CARTEL DE EMPREITEIRAS GANHOU DO GOVERNO R$662 MILHÕES EM 2016

SOMENTE A EMPREITEIRA ODEBRECHT RECEBEU R$377,5 MILHÕES EM DINHEIRO PÚBLICO FEDERAL, EM 2016.
As empreiteiras da Lava Jato, investigadas por roubar a Petrobras, continuam faturando na União. Desde janeiro e até esta segunda-feira (6), embolsaram R$662,6 milhões, de acordo com dados do Siafi, Sistema Integrado de Administração Financeira, aos quais esta coluna teve acesso. Só este ano a Odebrecht, campeã no assalto aos cofres públicos e cujo ex-presidente está preso, recebeu R$ 377,5 milhões. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder, obtida com apoio da ONG Contas Abertas.

A empreiteira Queiroz Galvão S/A, cujos executivos foram investigados por corrupção, levou do Tesouro Nacional R$133 milhões, só este ano.

A Mendes Júnior, outra empreiteira cujo ex-presidente foi preso e até condenado na Lava Jato, já faturou R$ 101 milhões somente em 2016.

Também receberam pagamentos a Galvão Engenharia (R$21 milhões), a Engevix (R$15 milhões) e a Camargo Corrêa (R$3 milhões).

A OAS, outra cujo presidente executivo foi preso e fez acordo de delação, levou do governo R$890 mil até o dia 6 de junho neste ano.

Diário do Poder.

Tia Eron justifica ausência em votação que decidiria futuro político de Cunha


Considerada voto decisivo do processo que pode cassar o mandato de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a deputada baiana Eronildes Vasconcelos, mais conhecida como Tia Eron (PRB-BA), disse que irá estudar o relatório paralelo apresentado hoje pelo deputado João Carlos Bacelar (PR-BA), aliado do pemedebista. Ela não apareceu para votar na sessão de hoje da comissão e a decisão foi adiada.

Alvo de diversas críticas por conta da ausência, inclusive sob a acunha de covarde, Eron se defendeu nas redes sociais: “A fim de evitar maiores especulações, gostaria de esclarecer que estou em Brasília, a postos para cumprir com minha obrigação no Conselho de Ética e, caso a sessão de hoje fosse para votação, teria apresentado meu voto. No entanto, o que aconteceu nesta terça, foi uma sessão de deliberação, de discussões, na qual fora concedido aos deputados tempo para se manifestarem sobre o processo”.
Ainda em seu texto publicado no Facebook, a deputada federal justificou: “A referida sessão não foi suspensa porque eu não me fiz presente, mas pelo fato de o relator, deputado Marcos Rogério, ter pedido vistas do voto em separado do deputado João Carlos Bacelar (PR-BA). Estou convicta da grande expectativa que há em nosso País, referente a esta Representação, e não me furtarei a cumprir com meu dever”.

Bocão News.

Tia Eron justifica ausência em votação que decidiria futuro político de Cunha


Considerada voto decisivo do processo que pode cassar o mandato de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a deputada baiana Eronildes Vasconcelos, mais conhecida como Tia Eron (PRB-BA), disse que irá estudar o relatório paralelo apresentado hoje pelo deputado João Carlos Bacelar (PR-BA), aliado do pemedebista. Ela não apareceu para votar na sessão de hoje da comissão e a decisão foi adiada.

Alvo de diversas críticas por conta da ausência, inclusive sob a acunha de covarde, Eron se defendeu nas redes sociais: “A fim de evitar maiores especulações, gostaria de esclarecer que estou em Brasília, a postos para cumprir com minha obrigação no Conselho de Ética e, caso a sessão de hoje fosse para votação, teria apresentado meu voto. No entanto, o que aconteceu nesta terça, foi uma sessão de deliberação, de discussões, na qual fora concedido aos deputados tempo para se manifestarem sobre o processo”.
Ainda em seu texto publicado no Facebook, a deputada federal justificou: “A referida sessão não foi suspensa porque eu não me fiz presente, mas pelo fato de o relator, deputado Marcos Rogério, ter pedido vistas do voto em separado do deputado João Carlos Bacelar (PR-BA). Estou convicta da grande expectativa que há em nosso País, referente a esta Representação, e não me furtarei a cumprir com meu dever”.

Bocão News.

Tia Eron falta em reunião de Conselho de Ética; ausência pode favorecer Cunha

Tia Eron falta em reunião de Conselho de Ética; ausência pode favorecer Cunha

A deputada federal Tia Eron (PRB) não esteve na reunião do Conselho de Ética que vai votar sobre a o processo que pode cassar o mandato do deputado Eduardo Cunha (PMDB). A ausência pode favorecer o presidente afastado da Câmara. A assessoria da deputada falou que ela está em Brasília, porém não soube dizer se ela se encontra na casa legislativa.

O voto de Tia Eron é considerado como fundamental para que o processo de cassação de Cunha seja admitido no colegiado e sua ausência pode beneficiar o presidente afastado da Câmara. Caso ela não compareça à reunião, o voto dela será dado pelo seu suplente, Carlos Marun (PMDB-MS), que é aliado de Cunha.

Varela Notícias.

Tia Eron falta em reunião de Conselho de Ética; ausência pode favorecer Cunha

Tia Eron falta em reunião de Conselho de Ética; ausência pode favorecer Cunha

A deputada federal Tia Eron (PRB) não esteve na reunião do Conselho de Ética que vai votar sobre a o processo que pode cassar o mandato do deputado Eduardo Cunha (PMDB). A ausência pode favorecer o presidente afastado da Câmara. A assessoria da deputada falou que ela está em Brasília, porém não soube dizer se ela se encontra na casa legislativa.

O voto de Tia Eron é considerado como fundamental para que o processo de cassação de Cunha seja admitido no colegiado e sua ausência pode beneficiar o presidente afastado da Câmara. Caso ela não compareça à reunião, o voto dela será dado pelo seu suplente, Carlos Marun (PMDB-MS), que é aliado de Cunha.

Varela Notícias.

Procurador da República pede a prisão de Renan, Cunha, Sarney e Jucá


O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) pedido de prisão do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do senador Romero Jucá (PMDB-RR), ex-presidente da República José Sarney (PMDB-AP) e do deputado afastado da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ). É a primeira vez que a PGR pede a prisão de um presidente do Congresso e de um ex-presidente da República. O caso será analisado pelo ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo. No caso de Renan, Sarney e Jucá, a base para os pedidos de prisão tem relação com as gravações feitas pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado envolvendo os peemedebistas. As conversas sugerem uma trama para atrapalhar as investigações do esquema de corrupção da Petrobras. Os pedidos de prisão foram divulgados nesta terça-feira (7) pelo jornal "O Globo" e confirmados pela Folha. Em relação a Sarney, o pedido é de prisão domiciliar, com o uso de tornozeleira eletrônica, em razão de sua idade –86 anos.

Procurador da República pede a prisão de Renan, Cunha, Sarney e Jucá


O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) pedido de prisão do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do senador Romero Jucá (PMDB-RR), ex-presidente da República José Sarney (PMDB-AP) e do deputado afastado da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ). É a primeira vez que a PGR pede a prisão de um presidente do Congresso e de um ex-presidente da República. O caso será analisado pelo ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo. No caso de Renan, Sarney e Jucá, a base para os pedidos de prisão tem relação com as gravações feitas pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado envolvendo os peemedebistas. As conversas sugerem uma trama para atrapalhar as investigações do esquema de corrupção da Petrobras. Os pedidos de prisão foram divulgados nesta terça-feira (7) pelo jornal "O Globo" e confirmados pela Folha. Em relação a Sarney, o pedido é de prisão domiciliar, com o uso de tornozeleira eletrônica, em razão de sua idade –86 anos.

Dilma critica cortes de Temer e afirma que ele ‘terá que se ajoelhar para Cunha”

Após passar um tempo em silêncio desde que foi afastada oficialmente da presidência, Dilma Rousseff resolveu se pronunciar com relação ao governo Temer, em entrevista à Folha neste final de semana. A presidente afastada afirmou que antes de tudo foi traída por Temer, após questionamento.

“Óbvio. E não foi no dia do impeachment, foi antes, em março. Quando as coisas ficaram claríssimas”, disse ela, que emendou: “Você sempre acha que as pessoas têm caráter”.

Ainda durante à entrevista, Dilma afirmou que quem está por trás do Governo Temer é o Eduardo Cunha, fez severas críticas ao Presidente da Câmara afastado e deu a entender que Temer terá que ceder as imposições dele: “O Eduardo Cunha é a pessoa central do governo Temer. Isso ficou claríssimo agora, com a indicação do André Moura (para líder do governo na Câmara). Cunha não só manda, ele é o governo Temer. E não há governo possível nos termos do Eduardo Cunha. Vão ter de se ajoelhar”.

Dilma aproveitou a oportunidade ainda para criticar o time econômico de Temer e dizer que pretende voltar à presidência: “O pato tá calado, sumido. O pato está impactado. Nós vamos pagar o pato do pato, é?”

“Nós podemos reverter isso. Vários senadores, quando votaram pela admissibilidade, disseram que não estavam declarando (posição) pelo mérito (das acusações). Então eu acredito”.

Dilma critica cortes de Temer e afirma que ele ‘terá que se ajoelhar para Cunha”

Após passar um tempo em silêncio desde que foi afastada oficialmente da presidência, Dilma Rousseff resolveu se pronunciar com relação ao governo Temer, em entrevista à Folha neste final de semana. A presidente afastada afirmou que antes de tudo foi traída por Temer, após questionamento.

“Óbvio. E não foi no dia do impeachment, foi antes, em março. Quando as coisas ficaram claríssimas”, disse ela, que emendou: “Você sempre acha que as pessoas têm caráter”.

Ainda durante à entrevista, Dilma afirmou que quem está por trás do Governo Temer é o Eduardo Cunha, fez severas críticas ao Presidente da Câmara afastado e deu a entender que Temer terá que ceder as imposições dele: “O Eduardo Cunha é a pessoa central do governo Temer. Isso ficou claríssimo agora, com a indicação do André Moura (para líder do governo na Câmara). Cunha não só manda, ele é o governo Temer. E não há governo possível nos termos do Eduardo Cunha. Vão ter de se ajoelhar”.

Dilma aproveitou a oportunidade ainda para criticar o time econômico de Temer e dizer que pretende voltar à presidência: “O pato tá calado, sumido. O pato está impactado. Nós vamos pagar o pato do pato, é?”

“Nós podemos reverter isso. Vários senadores, quando votaram pela admissibilidade, disseram que não estavam declarando (posição) pelo mérito (das acusações). Então eu acredito”.

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