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'Gostem ou não gostem, eu sou candidato em 2018', diz Bolsonaro

'Gostem ou não gostem, eu sou candidato em 2018', diz Bolsonaro
Foto: Wilson Dias / Agência Brasil

O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) disse se considerar vítima de perseguição política e que nada o impedirá de lançar candidatura à Presidência da República em 2018. "Gostem ou não gostem, eu sou candidato em 2018", avisou. Bolsonaro se gabou de já ter respondido a 30 processos. "É uma perseguição atrás da outra", reclamou. Para o deputado, o que está em jogo hoje é a tentativa de cassar o direito de expressão dos parlamentares e que continuará usando a tribuna para emitir suas opiniões. "Minha arma são as palavras, minha bomba atômica é a verdade", afirmou. O deputado participou da sessão do Conselho de Ética que analisa o processo por quebra de decoro parlamentar contra o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) e negou que tenha provocado o colega no episódio da cusparada. Ele disse que renuncia ao mandato se provarem que ele provocou Wyllys no dia da sessão do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. O deputado Capitão Augusto (PR-SP), conhecido por andar com a farda da Polícia Militar paulista pelos corredores da Câmara, saiu em defesa de Bolsonaro e disse que a mídia teme que ele seja candidato em 2018. "Ele é o único político que onde vai é ovacionado", afirmou. Augusto disse que a imprensa protege Wyllys, já que até hoje não houve nenhum editorial criticando o ato do parlamentar contra Bolsonaro. "Logo mais vão dizer que o senhor (Bolsonaro) é culpado", emendou.

'Gostem ou não gostem, eu sou candidato em 2018', diz Bolsonaro

'Gostem ou não gostem, eu sou candidato em 2018', diz Bolsonaro
Foto: Wilson Dias / Agência Brasil

O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) disse se considerar vítima de perseguição política e que nada o impedirá de lançar candidatura à Presidência da República em 2018. "Gostem ou não gostem, eu sou candidato em 2018", avisou. Bolsonaro se gabou de já ter respondido a 30 processos. "É uma perseguição atrás da outra", reclamou. Para o deputado, o que está em jogo hoje é a tentativa de cassar o direito de expressão dos parlamentares e que continuará usando a tribuna para emitir suas opiniões. "Minha arma são as palavras, minha bomba atômica é a verdade", afirmou. O deputado participou da sessão do Conselho de Ética que analisa o processo por quebra de decoro parlamentar contra o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) e negou que tenha provocado o colega no episódio da cusparada. Ele disse que renuncia ao mandato se provarem que ele provocou Wyllys no dia da sessão do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. O deputado Capitão Augusto (PR-SP), conhecido por andar com a farda da Polícia Militar paulista pelos corredores da Câmara, saiu em defesa de Bolsonaro e disse que a mídia teme que ele seja candidato em 2018. "Ele é o único político que onde vai é ovacionado", afirmou. Augusto disse que a imprensa protege Wyllys, já que até hoje não houve nenhum editorial criticando o ato do parlamentar contra Bolsonaro. "Logo mais vão dizer que o senhor (Bolsonaro) é culpado", emendou.

Rui Costa sinaliza que pode não concorrer à reeleição

Governador pode passar à Jaques Wagner a oportunidade de concorrer ao cargo.

Apontado por líderes da base aliada como protagonista na chapa majoritária do PT para 2018, o governador Rui Costa sinalizou a interlocutores próximos a probabilidade de não concorrer a outro mandato. A informação é da Coluna Satélite do jornal Correio da Bahia. Em conversas recentes com integrantes do núcleo-duro do Palácio de Ondina, o petista disse que, apesar de candidato natural, a montagem do xadrez ainda está longe da conclusão, que levará em conta quatro variáveis: o comportamento dos partidos governistas, o cenário político nacional, a popularidade dos nomes com musculatura para disputar a sucessão e o desejo pessoal de permanecer no cargo por mais quatro anos. Desde que assumiu, Rui sempre colocou os próprios projetos eleitorais em segundo plano nas agendas interna e externa. Ao mesmo tempo, nunca deu certeza sobre sua presença no páreo. O que abre espaço para especulações sobre uma hipotética troca de lugares com o ex-ministro da Casa Civil Jaques Wagner. Algo inicialmente descartado pelo alto escalão do governo, mas já considerado nos cálculos feitos por cardeais ligados ao PT e à oposição.

Rui Costa sinaliza que pode não concorrer à reeleição

Governador pode passar à Jaques Wagner a oportunidade de concorrer ao cargo.

Apontado por líderes da base aliada como protagonista na chapa majoritária do PT para 2018, o governador Rui Costa sinalizou a interlocutores próximos a probabilidade de não concorrer a outro mandato. A informação é da Coluna Satélite do jornal Correio da Bahia. Em conversas recentes com integrantes do núcleo-duro do Palácio de Ondina, o petista disse que, apesar de candidato natural, a montagem do xadrez ainda está longe da conclusão, que levará em conta quatro variáveis: o comportamento dos partidos governistas, o cenário político nacional, a popularidade dos nomes com musculatura para disputar a sucessão e o desejo pessoal de permanecer no cargo por mais quatro anos. Desde que assumiu, Rui sempre colocou os próprios projetos eleitorais em segundo plano nas agendas interna e externa. Ao mesmo tempo, nunca deu certeza sobre sua presença no páreo. O que abre espaço para especulações sobre uma hipotética troca de lugares com o ex-ministro da Casa Civil Jaques Wagner. Algo inicialmente descartado pelo alto escalão do governo, mas já considerado nos cálculos feitos por cardeais ligados ao PT e à oposição.

Pesquisa diz que Lula venceria 1º turno em todos os cenários


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seria o candidato mais votado em todos os cenários de primeiro turno para as eleições presidenciais de 2018. É o que informa os dados da Pesquisa CNT/MDA, cujo levantamento foi feito com 2.002 pessoas em 137 municípios localizados de 25 unidades federativas e divulgado nesta quarta-feira, (8). De acordo com a Agência Brasil, em um cenário em que o principal adversário fosse o senador Aécio Neves, Lula teria 22% das intenções de votos, enquanto o tucano obteria 15,9%, seguido de Marina Silva (14,8%), Ciro Gomes (6%), Jair Bolsonaro (5,8%) e Michel Temer (5,4%). Brancos e nulos totalizariam 21,2%, e os eleitores indecisos seriam 8,9%. Em um segundo cenário, caso Lula concorresse com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o ex-presidente teria 22,3% das intenções de votos, seguido por Marina Silva (16,6%), enquanto Alckmin ficaria em terceiro lugar com 9,6%. Em um possível segundo turno projetado pela CNT, caso o confronto fosse entre Lula e Temer, o ex-presidente teria 31,7% dos votos, enquanto o atual presidente interino ficaria em segundo lugar com 27,3%. Brancos e nulos totalizariam 33,4% dos votos e indecisos seriam 7,6%. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.

Pesquisa diz que Lula venceria 1º turno em todos os cenários


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seria o candidato mais votado em todos os cenários de primeiro turno para as eleições presidenciais de 2018. É o que informa os dados da Pesquisa CNT/MDA, cujo levantamento foi feito com 2.002 pessoas em 137 municípios localizados de 25 unidades federativas e divulgado nesta quarta-feira, (8). De acordo com a Agência Brasil, em um cenário em que o principal adversário fosse o senador Aécio Neves, Lula teria 22% das intenções de votos, enquanto o tucano obteria 15,9%, seguido de Marina Silva (14,8%), Ciro Gomes (6%), Jair Bolsonaro (5,8%) e Michel Temer (5,4%). Brancos e nulos totalizariam 21,2%, e os eleitores indecisos seriam 8,9%. Em um segundo cenário, caso Lula concorresse com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o ex-presidente teria 22,3% das intenções de votos, seguido por Marina Silva (16,6%), enquanto Alckmin ficaria em terceiro lugar com 9,6%. Em um possível segundo turno projetado pela CNT, caso o confronto fosse entre Lula e Temer, o ex-presidente teria 31,7% dos votos, enquanto o atual presidente interino ficaria em segundo lugar com 27,3%. Brancos e nulos totalizariam 33,4% dos votos e indecisos seriam 7,6%. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.

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